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Abertura de mercados | 11 de janeiro de 2019

A praça Portuguesa abriu a subir. As bolsas europeias abriram em terreno positivo.

A bolsa de Nova Iorque encerrou ontem em alta, pela quinta sessão consecutiva, beneficiando de um revigoramento no final do dia, depois de ter sido afetada pela fraqueza dos grupos de distribuição. (Lusa);

O presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou que não vai participar no Fórum Económico Mundial de Davos, que decorre de 21 a 25 de janeiro na Suíça, por causa da paralisação parcial ("shutdown") do Governo federal (Negócios);

O Governo brasileiro disse que não exercerá o poder de veto no acordo entre a empresa aeronáutica norte-americana Boeing e a brasileira Embraer, para a criação de uma nova empresa de aviação comercial (Lusa);

O Programa Nacional de Investimentos 2030 (PNI) tem previsto aplicar 21.950 milhões de euros em projetos nas áreas dos transportes, energia e ambiente, de acordo com um documento que será hoje entregue no parlamento (Económico);

A Inditex, dona da Zara, tem reduzido as encomendas a fornecedores portugueses, situação que está a causar incerteza no setor têxtil (Eco);

As vendas da Macy?s enfraqueceram na época do Natal. As ações afundaram quase 20% e arrastam o setor do retalho, que está a perder 30 mil milhões de dólares em valor de mercado. Esta queda expressiva está relacionada com as previsões da retalhista, que foram revistas em baixa depois de ter registado um enfraquecimento das vendas em dezembro. Este contexto está a contaminar o mercado retalhista americano, com cotadas como a Kohl?s a perder mais de 6% e a L Brands a recuar quase 5%. (Negócios);

A construtora Mota-Engil foi escolhida pelo Governo angolano para construir, por mais de 25 milhões de euros, instalações de saúde afetas aos serviços da Presidência da República, segundo um despacho presidencial (Negócios).

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